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Balanço | 11/02/2019
Autopeças fecham 2018 com déficit de US$ 5,6 bilhões
A balança comercial de autopeças fechou 2018 com déficit de US$ 5,6 bilhões, valor 5,6% mais alto que o registrado em 2017. As importações somaram US$ 13,5 bilhões e cresceram 6,1% como consequência do aumento (de 6,7%) da produção nacional de veículos. As exportações totalizaram US$ 7,9 bilhões e cresceram 6,4%. As vendas externas foram afetadas na segunda metade de 2018 pela retração do mercado argentino, maior comprador das autopeças brasileiras. Os embarques ao país vizinho caíram 9,5% em relação a 2017.

O resultado anual fez a participação relativa da Argentina recuar de 30,3% em 2017 para 25,7% em 2018. Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes do setor.


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O Sindipeças recorda que a venda de componentes para Estados Unidos, México, Alemanha, Chile e Reino Unido permitiu crescimento razoável do envio de autopeças ao exterior. Os dados isolados de dezembro mostram que as exportações tanto para Estados Unidos (US$ 139,9 milhões) como México (US$ 89,1 milhões) superaram os embarques naquele mês para a Argentina (US$ 86,1 milhões).

No caminho oposto, a China permanece como maior fornecedor de autopeças para o Brasil e fechou 2018 com o envio de US$ 1,8 bilhão em componentes, 15,4% a mais que em 2017. A Alemanha terminou o ano colada ao país asiático, com US$ 1,7 bilhão em vendas e importante alta de 26,9%.

Das 20 nações que mais fornecem autopeças ao Brasil, só cinco tiveram queda em suas vendas em 2018: Coreia do Sul (13,3%), Argentina (1,9%), Itália (11,9%), França (23,5%) e República Tcheca (16%).

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