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Balanço | 15/01/2019
Déficit da balança de autopeças cresce 11,1% até novembro
A balança comercial de autopeças registrou déficit de US$ 5,58 bilhões no acumulado de janeiro a novembro de 2018, resultado 11,1% acima do apurado em iguais meses do ano anterior. Enquanto as exportações somaram US$ 7,25 bilhões no período, aumento de 7,1% na mesma base de comparação anual, as importações representaram quase o dobro, US$ 12,8 bilhões, alta de 8,8%, segundo dados consolidados pelo Sindipeças, associação que reúne as empresas do setor.



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Os três principais destinos de exportação foram Argentina, Estados Unidos e México, nesta ordem. As exportações de autopeças não foram melhores devido à queda de 6,9% do total de embarques para a Argentina, que responde por mais de 26% do total vendido no período. Para lá, o valor fechou em US$ 1,94 bilhão, sempre considerando os 11 meses de 2018 encerrados em novembro.

Já para Estados Unidos e México os resultados foram positivos: para o mercado norte-americano, o Brasil enviou o equivalente a US$ 1,36 bilhão, alta de 23% sobre o mesmo período do ano anterior. Já os mexicanos compraram 53,4% a mais, no total de US$ 884,2 milhões. Com isso, os países tiveram participação de 18,8% e 12,2%, respectivamente, nas exportações brasileiras de autopeças.

Pelo lado das importações, a China continua sendo o principal país de origem: até novembro do ano passado, o país respondeu por 13% das autopeças importadas, com US$ 1,66 bilhão, 17,2% acima do registrado de janeiro a novembro de 2017. A segunda maior exportadora de peças ao Brasil é a Alemanha, com US$ 1,59 bilhão comprados nos onze meses verificados: a alta é de 29,5% e a participação é de 12,4%.

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