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Balanço | 14/12/2018
Grupo Volkswagen deve bater novo recorde de vendas
A transição na Europa para o novo método WLTP de homologação de emissões e consumo, somada à retração no mercado chinês, voltou a prejudicar as entregas do Grupo Volkswagen em novembro. No acumulado do ano, no entanto, as vendas mundiais totalizaram 9,9 milhões de veículos e crescimento de 1,8%. Essa alta tende a encolher para cerca de 1% nos 12 meses, mas mesmo assim a companhia chegará a cerca de 10,8 milhões de veículos, superando por pouco o recorde anotado em 2017, de 10,7 milhões.

“Estamos confiantes em conseguir terminar o ano ligeiramente acima do nível recorde do ano passado, apesar do cenário adverso em alguns mercados”, afirma o líder de vendas do grupo, Christian Dahlheim.



O acumulado de vendas no Velho Continente indica pouco mais de 4 milhões de veículos e crescimento também de 1,8% na comparação interanual. Na porção ocidental do continente, os 3,3 milhões de unidades apontam crescimento ainda menor, 0,6%, o que indica a possibilidade de reversão para queda com o acumulado dos 12 meses.

No mercado chinês, as 399,5 mil unidades entregues em novembro levaram a uma retração de 7,3% ante o mesmo mês de 2017. O resultado ainda reflete os problemas comerciais com os Estados Unidos. No acumulado do ano foram vendidos na China 3,8 milhões de veículos do Grupo Volkswagen, apenas 2,2% acima do anotado em iguais meses de 2017.

Na América do Norte persiste uma pequena queda de 1,4% no acumulado do ano, com 872,3 mil unidades do grupo vendidas de janeiro a novembro. Essa retração decorre do declínio nas vendas mexicanas. O desempenho dos Estados Unidos também foi fraco. A análise isolada daquele mercado mostra 578,8 mil veículos do Grupo VW entregues até novembro e crescimento de apenas 2,7% na comparação interanual.

Na América do Sul foram anotadas 541,3 mil unidades do grupo e crescimento de 12,1%. Apesar da crise argentina, as entregas no Brasil mantiveram a alta para toda a região. O mercado brasileiro absorveu sozinho 364,6 mil veículos da companhia, crescendo 28,7%.

VOLKSWAGEN CRESCE POUCO E QUEDA DA AUDI SE ACENTUA


Os resultados por marca mostram que a entrega de automóveis Volkswagen somou 5,7 milhões de unidades e cresceu apenas 1,2%. E a Audi, a segunda maior em volume, teve 1,66 milhão de automóveis entregues e recuou 2,4% na comparação com o período janeiro-novembro de 2017. A retração reflete as dificuldades da marca tanto na Europa como na Ásia e tende a se aprofundar no acumulado dos 12 meses, já que até outubro a queda era de menos e 1%.

O melhor desempenho entre as marcas de volume foi da Skoda, que repassou 1,1 milhão de veículos em 11 meses e cresceu 5,1% na comparação interanual. A Seat se aproximou de 500 mil veículos e anotou alta e 13,1%. Ficou para a MAN o melhor desempenho entre as montadoras de veículos pesados, com 124 mil unidades e crescimento de 21,3%.

Veja abaixo os resultados por região e marca:


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