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Mercado | 12/06/2018
Vendas de veículos importados estagnaram em maio com greve dos caminhoneiros
A greve dos caminhoneiros também impactou os negócios do segmento de veículos importados, que vinha apresentando um bom ritmo de crescimento a cada mês, desde janeiro. No entanto, em maio, as vendas estagnaram com relação a abril ao registrar pequeno aumento de 0,1% ao emplacar 3.239 unidades, apenas duas a mais do que no mês imediatamente anterior, de acordo com balanço divulgado na terça-feira, 12, pela Abeifa, associação das importadoras e algumas fabricantes.



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“O desempenho de vendas em maio poderia ter sido melhor. Infelizmente, como aconteceu em vários setores da economia brasileira, por conta de paralisação dos caminhoneiros, os importadores de veículos automotores também foram prejudicados. O movimento na rede de concessionárias ficou comprometido. E as vendas negociadas na terceira semana de maio não foram concluídas por falta de produto a partir do dia 21”, relata o presidente da Abeifa, José Luiz Gandini.

Com o volume de vendas de maio, a Abeifa anotou participação de 1,66% do mercado interno total, cujos emplacamentos somaram 194,9 mil veículos, considerando apenas automóveis e comerciais leves. Somando apenas os importados por toda a indústria automotiva, as associadas à Abeifa responderam por 12,58% de um total de 25,7 mil. Por outro lado, a greve não alterou o andamento dos negócios no acumulado do ano: de janeiro a maio, as 16 marcas afiliadas anotaram a venda de quase 15 mil veículos importados, o que representa crescimento de 39,8% sobre iguais meses do ano passado, quando os licenciamentos somaram 10.686 unidades.

Entre as associadas, as cinco que mais venderam nos cinco meses do ano registraram aumento das vendas no comparativo anual: Kia (5.237 unidades / +65,1%), Volvo (2.131/ +69,3%), JAC (1.815/ +29%), Lifan (1.206/ +25,4%) e BMW (1.102/ +52,2%). Considerando apenas o mês de maio, algumas posições se alteram: a Kia se mantém como a maior vendedora entre as importadoras, com 1.122 emplacamentos, seguida pela Volvo, com 500 carros, JAC com 385, BMW fez 302 e Lifan emplacou 247 unidades.

As associadas que têm fábricas no Brasil – BMW, Chery, Jaguar Land Rover e Suzuki – encerraram maio 1,9 mil unidades nacionais emplacadas, alta de 6,3% na comparação com abril e aumento de 19,1% sobre maio de 2017, quando licenciaram pouco mais de 1, 6 mil carros feitos no Brasil.

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